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Camisas para tratamento corona: isolamento de alta performance
As camisas para tratamento corona funcionam como barreiras isolantes de alta rigidez dielétrica instaladas sobre os cilindros metálicos das estações de tratamento de filmes.
A principal função desse componente é permitir que a descarga elétrica de alta tensão atinja a superfície do polímero de forma controlada, elevando sua energia livre para a ancoragem correta de tintas, adesivos e vernizes .
O uso de ligas de silicone de alta pureza viabiliza um processo produtivo contínuo, reduzindo drasticamente as paradas de máquina por falhas mecânicas ou perfurações térmicas na camisa.
Quando o material é extrudado sem a adição de cargas minerais baratas, a estabilidade do processo de conversão se mantém por longos períodos de trabalho.
O que causa a quebra dielétrica nas camisas de tratamento corona?
A quebra dielétrica em Camisas de silicone ocorre quando a rigidez do material é superada pela voltagem do equipamento, gerando um curto-circuito que perfura o mangote.
Esse fenômeno é acelerado pela presença de bolhas de ar internas na borracha, contaminações por compostos de baixa qualidade ou variações na espessura de parede da peça vulcanizada.
Fundada em 2005 e localizada em Santo André, São Paulo, a Electro Sil atende clientes em todo o Brasil enfrentando exatamente essa dor do chão de fábrica.
A empresa se destaca pelo uso de silicone puro, tecnologia europeia e processos de extrusão de alta precisão, oferecendo produtos com elevada resistência, durabilidade e desempenho para aplicações que exigem qualidade e confiabilidade.
Essa precisão dimensional barra a formação de pontos concêntricos frágeis que costumam romper sob altas tensões elétricas.
Como a dureza Shore-A influencia a estabilidade do filme plástico?
A dureza Shore-A define o nível de flexibilidade e a resistência mecânica do revestimento de silicone contra abrasão e vincos durante a passagem do substrato.
Um equilíbrio na dureza do elastômero preserva a integridade física da camisa durante a montagem por ar comprimido e evita o escorregamento do filme polimérico sobre o cilindro motor.
Para convertedoras que trabalham com uma grande variedade de materiais, o portfólio da Electro Sil inclui camisas de silicone para tratamento corona, revestimentos de cilindros industriais, mantas, tubos especiais e mangotes de silicone, além de soluções desenvolvidas sob medida para diferentes segmentos industriais.
Essa diversidade assegura que, seja qual for a dureza necessária, o material elimine bolsões de ar internos que poderiam causar efeito corona reverso, mantendo a uniformidade na medição de dinas (Dinas/cm ou mN/m) ao longo de toda a bobina.
Qual a importância da certificação IEC 60.502-4 nos mangotes industriais?
A norma técnica IEC 60.502-4 valida os critérios de teste para acessórios de cabos de potência e isolantes que operam sob alta tensão, atestando a capacidade do material de suportar picos elétricos sem falhar.
Utilizar insumos que cumprem essas métricas internacionais certifica a segurança operacional da linha de produção contra riscos de curto-circuito no gerador corona.
A estabilização térmica do silicone estruturado sob essa regulamentação mitiga os efeitos severos da oxidação por ozônio (gás O3), que costuma ressecar borrachas comuns em poucas semanas de uso.
Essa conformidade internacional baliza o fornecimento para indústrias farmacêuticas e de alimentos, cujos padrões de segurança laboral e conformidade de processos são extremamente restritivos.
Infraestrutura técnica e especificações oficiais Electro Sil
A Electro Sil utiliza equipamentos e tecnologia europeia de última geração, para fabricação dos seus produtos para tratamento corona, seguindo rígidos padrões internacionais de qualidade.
As camisas de silicone da Electro Sil atendem as normas IEC 60.502-4 e GB/T 12706.4 de até 25 kV “Silicone Corona Treater Sleeves”.
Atualmente são fabricadas com espessura das paredes de 1,6 a 4,0 mm e dureza dos silicones de 60 a 70 “Shore-A”, para revestir todos os tipos de cilindros metálicos dos equipamentos de tratamento corona, nacionais e importados, com diâmetros externos de 39 a 216mm e comprimentos de até 4250mm.
O prazo de fabricação é no máximo de 02 (duas) horas para qualquer diâmetro e quantidade, prontas para embarque em nosso centro de distribuição, na Cidade de Santo André – SP.
Garantia de seis meses, por defeito de fabricação.
Entre em contato para otimizar sua linha de produção!
A agilidade na cadeia de suprimentos é indispensável para evitar prejuízos decorrentes de maquinários parados no setor de conversão de embalagens.
O atendimento logístico estruturado da Electro Sil foi projetado para responder a demandas emergenciais com máxima velocidade, disponibilizando suporte especializado para a identificação dimensional correta do seu mangote de silicone industrial.
Nossa equipe técnica analisa as especificações de largura, diâmetro e espessura do seu cilindro para direcionar o componente com a rigidez dielétrica ideal para o seu gerador corona. Fornecemos soluções precisas que restabelecem a rotina operacional da sua indústria com eficiência e estabilidade física.
Fale com nossos especialistas técnicos, envie as dimensões do seu cilindro e solicite uma cotação personalizada para o seu projeto!
Perguntas Frequentes sobre Aplicações de Alta Tensão
Como realizar a montagem da camisa de silicone no cilindro corona sem rasgar a peça?
A instalação deve ser feita obrigatoriamente por meio de expansão pneumática (ar comprimido), inserindo o fluxo de ar em uma das extremidades do cilindro metálico.
O ar cria um colchão pneumático interno que expande momentaneamente o diâmetro da camisa de silicone, permitindo o deslizamento suave ao longo do corpo metálico; nunca utilize óleos, graxas ou solventes petrolíferos para lubrificação, pois esses produtos destroem as propriedades dielétricas do elastômero.
Por que a camisa de silicone original apresentou furos pequenos após poucos dias de operação?
A presença de micro furos (efeito pinhole) decorre de três possíveis causas operacionais na linha:
- Falta de paralelismo perfeito entre o eletrodo e o cilindro, gerando concentração excessiva de carga elétrica em um único ponto;
- Acúmulo de sujeira ou fuligem condutiva na superfície da camisa, criando um caminho facilitado para a descarga;
- Presença de microbolhas de ar retidas entre o silicone e o metal do cilindro durante a montagem, o que causa superaquecimento localizado e perfuração do isolamento.
Como determinar se a espessura ideal da parede deve ser de 1,6 mm, 2,0 mm ou 4,0 mm?
A espessura de parede correta depende diretamente da potência do gerador corona (kW) e da especificação de projeto do fabricante da máquina.
Cilindros que operam com potências elevadas e tensões de pico próximas a 25 kV exigem paredes mais espessas (como de 3,0 mm a 4,0 mm) para reter o arco elétrico e dissipar o calor, enquanto sistemas de menor potência operam perfeitamente com espessuras de 1,6 mm a 2,0 mm, oferecendo menor resistência térmica ao sistema.
Como identificar visualmente que o mangote de silicone perdeu sua rigidez dielétrica e precisa ser substituído?
Os sinais físicos de esgotamento útil do componente incluem o ressecamento da superfície com surgimento de fissuras visíveis a olho nu, alteração na coloração original do silicone (aspecto esbranquiçado ou queimado) e perda de elasticidade mecânica (enrijecimento).
Caso a máquina comece a apresentar variações frequentes no nível de dinas do filme sem alteração na potência regulada, o revestimento deve ser substituído preventivamente para evitar a quebra total em meio ao lote de produção.
Para saber mais sobre Tratamento Corona
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